Reflexões sobre o filme “Como eu era antes de você”

Recentemente estreou no Brasil o filme “Como eu era antes de você”, baseado em um livro com o mesmo título, da escritora Jojo Moyses.

Trata-se de um romance dramático, tendo como pano de fundo o desejo do protagonista – tetraplégico – de ir para a Dignitas cometer suicídio assistido. Não vou contar o filme todo, mas gostaria de compartilhar com vocês questões para refletir:

  1. Entendemos bem o conceito de autonomia individual?
  2. O direito ao suicídio assistido, para existir, precisa estar respaldado em um sofrimento físico e visível do paciente?
  3. Em quais hipóteses o direito ao suicídio assistido deve ser resguardado?
  4. Por que ainda tutelamos o direito à vida do outro?

Quero saber o que vocês pensam!! Deixem comentários.

Abraço,

Luciana.

Luciana Dadalto
Luciana Dadalto é fundadora do Portal Testamento Vital e do RENTEV, autora de livros e artigos científicos sobre o tema no Brasil, doutora em Ciências da Saúde pela faculdade de Medicina da UFMG e mestre em Direito Privado pela PUCMinas. Sócia fundadora do Dadalto & Carvalho Advocacia e Consultoria em Saúde.
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